segunda-feira, 7 de setembro de 2009

RELATÓRIO OFICINA 4

PREFEITURA MUNICIPAL DE BURITIS
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCÇÃO E CULTURA
REN/SEDUC/BURITIS
DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO:REN/SEDUC-SEMECE
SEÇÃO DE FORMAÇÃO CONTINUADA

GESTAR II

Relatório Descritivo nº 04
Oficina nº 03

Dia 25 de Agosto de 2009: A jornada de Formação Continuada através do Gestar II teve sua continuidade em Buritis, precisamente às 07h30min h.
Após o momento de boas vindas e as devidas considerações iniciais , a Professora Formadora Edicléia Chaves Mazer Peres fez a abertura oficial da Oficina dando oportunidade aos Cursistas para a socialização dos trabalhos desenvolvidos em sala de aula com seus alunos . Dentre os Presentes, vários professores expuseram suas oficinas de sala. Foram apresentados trabalhos como: Produção de Propaganda /Publicidade, Notícias / Reportagem, Produção de Folder, Literatura de Cordel, Poemas, Cadernos de Receitas variadas, não se atendo apenas à culinária, mas sim a fatos de vida e outros.
Depois do momento de socialização, chegou-se ao consenso que realmente vale a pena trabalhar as aulas dos AAAs, uma vez que elas contemplam o desenvolvimento de práticas que se relacionam com as Teorias dos TPs, facilitando assim a assimilação das competências devidas.
Passou-se então, a partir do momento de socialização, ao Momento de Estudos das Unidades 11 e 12 do TP 03, somado a outras teorias, das várias correntes dos Gêneros Discursivos, citando entre eles: Dolz, Schnewlly, Marcuschi, bem como Sérgio Roberto Costa / autor do DICIONÁRIO DE GÊNEROS TEXTUAIS. Frisamos muito bem e não fomos adiante enquanto não se resolveu de vez as dúvidas até então reinante sobre : O porquê das novas terminologias /nomenclaturas e a Diferença entre Discurso , Texto e Gênero , sendo que os mesmos se complementam , sendo o Primeiro OBJETOS DO DIZER , o Segundo “OBJETO DE FIGURA/MATERIALIZAÇÃO” E O Terceiro como PRÁTICA SOCIAL .
Para o desenvolvimento das teorias acima expostas, valemo-nos de vários Slides que foram usados para comprovar o que se discorria teoricamente, comprovando, por exemplo, as indefinições ainda existentes no campo da Lingüística Textual, a intergenericidade, a heterogeneidade e mesmo a diferenciação entre Texto Literário e Não Literário .
Como atividades de Prática da Oficina, foram postos nas mãos dos cursistas os alguns textos.
Com os textos em mãos, desenvolveu-se a atividade, levando-os a compreender que os gêneros se imbricam e interpenetram para constituírem novos gêneros. Ou ainda quando um gênero assume a função ou a forma de outro, tendo em vista o propósito da comunicação. Exemplo: o gênero epígrafe pode ser constituído de um poema, uma frase, um conto. O que vai fazer com que seja considerado uma epígrafe é o lugar em que o texto aparece.
Nos últimos 50 minutos de Oficina, foram desenvolvidas as atividades atribuídas, em grupo, sempre levando em conta: Intergenericidade, Heterogeneidade tipológica, Intertextualidade, Mecanismos Linguísticos e Domínios discursivos .

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